JOEL NETO
"O
Terceiro Servo"
Principais críticas:
|
Francisco José Viegas, Record 4.10.00
"Uma história do nosso tempo. (...) Trata-se de um escritor que ‘nasce’ e já vem ‘crescido’"
"Sem pieguices e evitando, num português honesto, as descrições ‘hard’. (...) Para todas as pessoas que gostem da construção desta frase: ‘que raio quereria ele com a sepultura de um pedófilo paneleiro quando, em cinco anos, nunca visitara a campa do avô?’ E que a compreendam"
"Uma magnífica peça que recorre às técnicas descritivas do melhor jornalismo (a ocupação do autor no dia-a-dia) e nos envolve no mistério da morte de um homem em Angra do Heroísmo. A estrutura da história é exemplar, o Português imaginativo e denso de alegorias, o ritmo bem conseguido. (...) Uma técnica narrativa hábil faz com que a obra ‘cheire a enxofre’, levando o leitor a viver com o narrador as desconcertantes investigações sobre o assassinato social de Herculano Cota"
"Um romance de uma agilidade rara, quer no ritmo da escrita quer na sua montagem – subtil, inteligente, complexa"
"A narração surpreende pelo ritmo com que a história evolui e, com poucas hesitações, Joel Neto consegue captar o interesse (...). Estreia mais do que auspiciosa no universo literário nacional. (...) A ler com muita atenção"
"Um regresso aos Açores para recuperar a memória. Primeiro livro, excelente"
"Com um excelente domínio da técnica narrativa e da língua portuguesa, conseguindo manter, do princípio ao fim, o ritmo da prosa, em ‘O Terceiro Servo’ Joel Neto quis retratar uma geração, ou pelo menos parte dela – a sua. Que outra poderia conhecer tão bem? (...) Vai desenrolando a história como a investigação para uma reportagem. E, como numa peça jornalística, retrata com real crueza a sociedade açoriana"
"O livro (...) tem o mérito de, a par e passo, nos ceder um breve olhar pelas realidades ‘domésticas’ de um ilhéu que cresce entre a insularidade e se lança no mundo do trabalho de uma grande cidade" "Livros", O Diabo 27.12.00
"Joel Neto domina uma escrita escorreita, contida, sabendo o que é essencial para que uma narrativa seja de leitura apetecível e imparável. (...) ‘O Terceiro Servo’, sendo o seu primeiro livro, deixa clara a existência de um escritor"
"É um pequeno romance que não dispensa as técnicas usadas pelo autor na sua profissão, notando-se a capacidade descritiva, a contenção, a fluência e a objectividade. Para além de um malabarismo muito seguro no uso do português, que já não será propriamente uma característica do seu meio" António Manuel Venda, Rádio Fóia 22.01.01
"Só por estas palavras [sobre o jornalismo] o livro teria valido a pena. Mas isso seria reduzir ‘O Terceiro Servo’ a uma importância muito menor do que aquela que o livro tem na realidade. (...) Um romance conciso, mas muito envolvente, contado em menos de cem páginas" Teresa Farinha, SemMais Jornal 12.11.00
"Uma escrita cuidada e amadurecida" André Macedo, Record 20.10.00
"Como primeira obra de um autor português é uma lufada de ar fresco, porque muito simples na sua complexidade"
"Um livro bem conseguido, fluído"
"Romance-revelação (...) e uma estreia literária que surpreende pela sua profundidade"
"A literatura portuguesa tem cada vez mais surpresas [como ‘Nenhum Olhar’, de José Luís Peixoto, e ‘O Terceiro Servo’, de Joel Neto]. (...) De deixar a ficção tradicional de olhos em bico. Corra à livraria"
"É a estreia literária do autor, numa nova forma de ficção que surpreende pela maturidade e pela qualidade"
|