O rio St-Laurent parou de correr para ver o fogo português
Noite de verão. Noite cálida. Noite perfeita. No Vieux Port de Montreal, entre o rio e os arranha-céus, a multidão, extasiada, não se fartava de soltar gritos de admiração. Foi uma daquelas ocasiões em que apetece clamar aos quatro ventos a nossa lusitanidade